As velhinhas e rejeitadas cassetes de vídeo VHS

É uma história de amor-ódio, se por um lado temos amor e dedicação – por exemplo na limpeza do pó – por outro lado é um mono que as TVs por cabo vieram resolver

Custa-me me muito ver este material espalhado pelo chão, mas estamos em tempos de pandemia e as baratas escondem-se nos sítios mais insólitos.

Não fora os perigos subjacentes à acumulação deste material em casa, apetece-me metafóricamente chorar sempre que vejo tamanho abandono.

Ainda tenho algumas cassetes VHS em casa e saudades de muitas que emprestei nomeadamente concertos, dos quais destaco bootlegs de Dead Kennedys, Pogues e Napalm Death.

Tenho ainda um vídeo (player) SONY semi-profissional na sala. Não ligo o dispositivo há mais de 20 anos, mas investi à grande na aquisição do mesmo, novinho em folha. Tenho muito carinho pelo aparelho, só assim justifico ainda tê-lo apresar de saber que deve ter umas 10 toneladas de pó lá para dentro.

Porém o que fazer? O museu da cassete VHS? Acumular em casa?

Enfim, todas as ideias que me ocorrem são diferentes dos hábitos da minha vizinhança, ora vejam a foto e os gloriosos filmes que fizeram da minha infância uma experiência tão porreira, aqui tão mal tratados apesar de serem originais e não aquelas cópias manhosas das etiquetas brancas e capas de cartão:

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