Dia 1 – Passeio pelo Funchal e almoço no Abrigo do Pastor

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Depois do pequeno almoço pela fresquinha, passeámos pela marginal da cidade até decidirmos onde almoçar.

Vimos a estátua de bronze do mestre Anjos Teixeira ao lado do mercado, representação de junta de bois a puxar um barril de vinho da Madeira. A visibilidade da obra de arte tem sido alvo de polémica.

A escolha centrou-se num restaurante com boa avaliação para começar em grande, pelo que o “Abrigo do Pastor” na Camacha foi uma escolha acertada.

A estrada até lá estava em obras, antevendo o alargamento da via e suavização da subida. Aliás as obras na ilha são uma constante, o investimento público é particularmente notório. A rede de túneis é fabulosa.

Dia 1 – Chegada ao Aeroporto Internacional da Madeira Cristiano Ronaldo

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O aeroporto situa-se na cidade de Santa Cruz e é uma tremenda obra de engenharia – concebida pelo ilustre engenheiro Edgar Cardoso – que exige dos pilotos de aeronaves comerciais a melhor das perícias.

Aqui está o busto de Cristiano Ronaldo, o actual.

Dia 1 – Mercado dos Lavradores – Funchal

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Chegámos cedo e procurámos imediatamente um sítio para tomar o pequeno almoço, tendo a escolha recaído na padaria Madeirense na rua Rua Dr. Fernão de Ornelas.
A seguir fomos ao mercado dos Lavradores.

Comprámos fruta exótica vária, donde destacamos as bananas, claro e a Anona.
Fiquei com a ideia que de alguma maneira colocam mel dentro da Anona.

Ilha do Pico e a sua montanha vulcânica omnipresente

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A montanha do Pico dá nome à ilha. São cerca de 2 351 metros acima do nível do mar o que torna esta formação a terceira maior numa ilha do oceano atlântico.

As vacas pululam literalmente por toda a parte numa pose serena e compenetrada no seu modo de vida.

Fomos à casa da montanha onde os caminhantes se registam e acompanhados via GPS.

Aqui ficam as fotografias seleccionadas num lote de dezenas onde o fascínio por uma das mais belas paisagens de Portugal é patente.

A Plantação de Ananás dos Açores

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Na Plantação de Ananás dos Açores, um delicioso recanto localizado a poucos minutos do centro de Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel, os visitantes são levados a embarcar numa viagem pela história e cultura da produção centenária que dá origem ao melhor ananás do mundo: o Ananás dos Açores! Visitar as estufas de ananases, venda de ananás, os melhores produtos regionais e inúmeras iguarias confeccionadas tendo como principal ingrediente o fruto-rei. Visite-nos!

fonte: https://ananasdosacores.pt/plantacao/

Ponta delgada

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Cidade de Ponta Delgada na ilha de São Miguel nos Açores.

História do Concelho

Por Fátima Sequeira Dias

Uma perspectiva histórica da cidade de Ponta Delgada

Ponta Delgada foi elevada a cidade, no reinado de D. João III, conforme reza a carta régia de 2 de Abril de 1546, depois da primeira capital da ilha – Vila Franca do Campo – ter sido devastada pelo terrível terramoto de 1522.

A historiografia celebra o século XIX como a época áurea da cidade de Ponta Delgada e da ilha de S.Miguel, pela prosperidade económica, graças à exportação de citrinos para o Reino Unido, e pelo cosmopolitismo, graças à fixação de numerosos comerciantes estrangeiros, nomeadamente de inúmeras famílias judaicas, a partir de 1818. A imitação do gosto inglês ficou, então, patente na plantação de jardins ao gosto romântico – como os de António Borges, José do Canto, Jácome Correia e Visconde Porto Formoso (actual Universidade dos Açores) -, na construção de belíssimos palacetes e no “embelezamento” progressivo da urbe, com a proibição da deambulação de animais nas ruas, a abertura de novas ruas, a localização do cemitério público no extremo Norte da cidade e a periferização dos mercados do peixe, do gado e das frutas.

Graças à importância da actividade mercantil, Ponta Delgada era, então, considerada a terceira cidade do país, em riqueza e em número de habitantes. Recorde-se, por exemplo, a surpresa do poeta Bulhão Pato, traduzida nas suas Cartas, com a extraordinária riqueza dos proprietários das quintas de laranja – os gentlemen farmers – senhores da terra e da especulação do solo urbano, exportadores de laranja e de milho, banqueiros e usurários, industriais e armadores – que faziam do investimento emblemático e simbólico do espaço, uma forma privilegiada de afirmação económica e de estratégia de reprodução social.

No início do século XX, Ponta Delgada ainda se encontrava em oitava posição no seio do universo urbano português. No decurso das últimas décadas, porém, o crescimento urbano em Portugal, por força da acelerada industrialização e da perda de importância da economia rural – à semelhança do se tinha verificado no mundo desenvolvido, desde os inícios de oitocentos -, veio contribuir para que não só crescesse o número de cidades, como aumentasse a população urbanizada a nível nacional, e, nesse sentido, Ponta Delgada, tomando por base o critério do número de habitantes, com os seus menos de cinquenta mil habitantes, foi “atirada” para o ranking das pequenas cidades portuguesas.

Ponta Delgada, contudo, nunca deixou de ser a primeira do arquipélago pela riqueza gerada, pelo número dos seus habitantes, pelo seu inestimável património, pela sua importância cultural e pelo seu cosmopolitismo.

Original: https://www.visitpontadelgada.pt/ponta-delgada/geo_artigo?geo_article_id=2487

Apontamentos da chegada.